quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Vereadora questiona Presidente da Pauli Prev em reunião


Após convocação da Vereadora Angela Duarte (PRTB), Mário Lacerda (Presidente PauliPrev) compareceu nessa segunda dia 21, no Plenarinho da Câmara Municipal de Paulínia.
Participaram da reunião os vereadores Marquinho Fiorella (PP), Custódio Campos (PT), Danilo Barros (PCdoB), Dr. Gustavo Yatecola (PTdoB), Edilsinho Rodrigues (PPS), Fábio Valadão(PROS), Marquinho da Bola (PSB), Sandro Caprino (PTB), Siméia Zanon (PSDC), Tiguila Paes (PRTB) e Zé Coco (PTB).
Após explanação de Lacerda quanto a instituição do novo site, paridade de conselhos e a possibilidade de concurso público, abriu-se a fala para debates.
A vereadora Angela Duarte questionou sobre as empresas que gerenciaram os fundos de investimentos, quanto as atas disponibilizadas no site estarem sem assinaturas dos conselhos e a apresentação de foto de pessoas que já não se encontram na PauliPrev.


Outra grande preocupação da vereadora, foi quanto ao resgate antecipado de fundos de investimentos, que ocasionaram a perda de mais de 3 milhões, uma vez que o fundo de investimento até o mês de julho divulgado em semanário demonstravam rendimentos em mais de 1 milhão, e que até a presente data não havia nenhum documento que demonstrasse a quebra do investidor, assim como o desenquadramento apontado pela Auditoria do Ministério Da Previdência era em relação aos investidores PERFIN e o PIATÃ.
 Angela Duarte relacionou o investimento realizado no Banco Cruzeiro do Sul, que sofreu quebra e mesmo assim vem realizando a devolução mensalmente dos valores investidos pela Previdência e que o resgate realizado por suposição do Presidente, “de quebra” do investidor NSG ocasionou perda de mais de 3 milhões aos cofres da Previdência, que jamais serão recuperados.
Outro questionamento foi em relação a perda de 500 mil em 10 dias investidos no Golden Tulip, que fora respondidos por Mario que isso se deu devido aos hotéis ainda estarem em obras.
 Ao final, a vereadora perguntou insistentemente se havia ou não sumido 40 milhões do Instituto, uma vez que houve anuncio de desvio desses valores e a resposta de Mário foi que não.

Na opinião da vereadora, os atos realizados pela atual presidência na condução do então Presidente Mario Lacerda, ocasionou perdas irreparáveis aos fundos de previdência do funcionário público.


Texto: Assessoria de imprensa da vereadora Angela Duarte
Fotos: Claudia Arantes

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Angela Duarte defende os funcionários públicos e apoia instauração de CEI

A inclusão social tem sido um tema muito abordado no meio político, mas para que ela aconteça de fato é necessário a implantação de várias ferramentas de apoio à pessoa com deficiência. Uma delas é a presença de um cuidador. Preocupada com a causa, a vereadora Angela Duarte (PRTB), apresentou na ultima sessão (15), uma Indicação pedindo a contratação destes profissionais na rede pública de ensino. A função do cuidador é oferecer ajuda aos alunos com deficiência. Por oferecer ajuda, entenda-se estabelecer com a criança especial uma relação de afetividade, observando suas potencialidades e cuidando de não enfatizar somente suas limitações. E, naturalmente, providenciando tudo o que for possível para que a criança não fique isolada das demais. Além disso, cabe ao cuidador oferecer condições para que o aluno participe do processo de aprendizagem respeitando, claro, seu ritmo e suas limitações.
Outra Indicação pertinente foi a que sugere ao Executivo a implantação de uma procuradoria especial da mulher, com o objetivo  de reforçar as estratégias adotadas para prevenir, punir e erradicar a violência contra as mulheres.
Por ser mulher, mãe e profissional concursada da saúde (auxiliar de enfermagem), a vereadora tem sido uma parlamentar combatente nos direitos e conquistas a favor das mulheres, haja vista o Requerimento pedindo ao Executivo informações sobre a imunização das mulheres contra o HPV nas Unidades Básicas de Saúde no Município. 
 Além da importância das proposituras o ponto alto das sessões têm sido os questionamentos e posicionamento dos vereadores. Na sessão de ontem (15) a vereadora Angela Duarte (PRTB) começou parabenizando a Petrobras pelos 60 anos, por sua contribuição no avanço de Paulínia, também parabenizou os professores pelo seu dia e dedicação à sociedade.  
Se colocou totalmente a favor do abono integral para professores e médicos, e na qualidade de funcionária pública há 21 anos, ela espera mais benefícios por parte do executivo, como o reajuste do vale refeição, saúde e transporte, e ressaltou: "Abono não é aumento", e fez questão de salientar que não recebe salário de vereadora e sim de funcionária pública, "Por isso tenho uma legitimidade a mais para defender todos os interesses dos servidores municipais relatou Angela Duarte.
O Projeto de Lei da Tarifa Zero foi derrubado por 10 votos contra 4. A vereadora votou contra a legalidade e também contra o mérito por desconhecer o Projeto Socializ, afirmou não ter conhecimento deste projeto, pois a Câmara votou o Projeto de Ação Social (PAS), e que este Projeto Socializ nunca passou pela Câmara.
A Instauração da Comissão Especial de Inquérito (CEI) rendeu muitos posicionamentos e até constrangimentos para alguns vereadores. Angela Duarte lamentou não estar no governo no passado e elencou ações ocorridas como a greve de 1992, caminhões de remédios desviados, dois tomógrafos que se deterioraram e nunca foram instalados, lotes de medicação com validade vencida e queimada as escuras, "quiçá tivesse sido instaurada uma CEI no passado, hoje a Saúde poderia estar diferente", frisou a vereadora. 
Para finalizar a vereadora Angela Duarte com o apoio de vários vereadores colocou na pauta uma Moção de repúdio ao Executivo em face da omissão de respostas aos Requerimentos aprovados e encaminhados pela Câmara Municipal de Paulínia. "Tenho tido grandes dificuldades para obter as respostas dos Requerimentos, os poderes são harmônicos e deve haver respeito mútuo entre eles, esta é a razão desta Moção", finalizou a vereadora.
Texto: Assessoria de imprensa da vereadora Angela Duarte
Fotos: Claudia Arantes


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Ao mestre com carinho!

Bom dia pessoal! Hoje a partir das 18h00, teremos mais uma sessão na Câmara de Vereadores. Também reforçando a frase: "Ao mestre com carinho" quero parabenizar aquele que de várias formas contribui para o desenvolvimento da humanidade, O PROFESSOR!! Parabéns pelo seu dia!
Retirem suas pautas!

http://cmpaulinia.sinoinformatica.com.br/camver/PAUTA/2013/00018OR.pdf

domingo, 13 de outubro de 2013

Mulheres e juventude de Paulínia ganham importância estadual

Vereadora Angela Duarte (PRTB-SP) leva projetos para gabinete da deputada Ana do Carmo PT-S

Para marcar o mês de combate à violência contra a mulher, Angela Duarte vai trazer para a cidade o evento "A dupla Jornada", que contará com a presença da deputada Ana do Carmo, PT-SP. Em reunião realizada no dia 9 de outubro, as parlamentares debateram sobre a situação da mulher na política brasileira. De olho também no cenário da juventude paulinense, Angela aproveitou para pedir recurso do governo estadual e investir em projetos de esporte social. Ana do Carmo foi solícita e já deu andamento ao pedido da vereadora.

Esporte. O futuro da juventude de Paulínia está em pauta desde julho deste ano por causa do fechamento da principal associação que realizava esse trabalho com a comunidade. Para manter a construção dos projetos de valorização dos jovens, a vereadora Angela Duarte solicitou uma Emenda Parlamentar no Projeto Esporte Social, do governo do estado de SP, para dirigir recursos ao município de Paulínia.
Esse  projeto é voltado  para jovens de 7 a 18 anos,  estudantes da rede pública,  de  pessoas com deficiência e idosos, que estejam em situação de risco social. 
"Pensar no futuro dos nossos jovens  é realizar parcerias e criar mais espaços de aprendizado e atividades em Paulinia. Com os recursos desse projeto, podemos minimizar os impactos sociais causados aos jovens e familiares com o fim da AIJ alem de promover o resgate da cidadania tao almejado pela juventude paulinense", esclarece a vereadora.

Mulheres. A cada 12 segundos uma mulher é violentada no Brasil. Mais do que a violência física, aquela que esta enraizada na rotina da mulher também se converte em violência: trata-se da Dupla Jornada Feminina no mercado de trabalho. Esse cotidiano que cobra das mulheres o máximo desempenho nas funções de profissional, mãe e dona de casa pode tornar-se um entrave para o cumprimento do papel feminino na política. Vamos debater esse assunto no dia 22 de novembro, as 19h, no plenarinho da Câmara Municipal de Paulínia, com a presença da deputada. Todas as mulheres estão convidadas.

Sustentabilidade. A partir da reunião no gabinete da deputada, Angela teve conhecimento de outros projetos que podem ser implantados em Paulinia, dentre eles o aproveitamento de energia solar, agricultura familiar e banco de alimentos.
                           Deputada Ana do Carmo (PT) e vereadora Angela Duarte (PRTB)



sábado, 5 de outubro de 2013

Câncer - A dúvida fazer ou não quimioterapia?

Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível - Carl Jung.
Você já se encontrou num trampolim, com medo de saltar, estando atrás de você uma inexorável fila de pessoas determinando a irreversibilidade de sua situação? Você acaso já conheceu o pânico dos momentos em que gostaria de voltar atrás, mas não pôde.
Já experimentou uma leve cãibra por todo o corpo nos instantes em que se vê de encontro marcado com o desconhecido?
Quanto mais conscientes nos tornamos da necessidade de pular do trampolim, e quanto mais vontade temos de implorar à fila que nos pressiona que nos deixe descer, maior é o esgarçamento de nosso coração e a certeza de que não temos saída.
A primeira coisa que percebemos é que, em momentos sem saída, instaura-se um intenso diálogo interno.
Tememos, portanto, o conhecido, e só conseguimos imaginar nosso futuro em termos de nosso passado. Ficamos incapacitados de imaginar o que pode ser a liberdade, só conseguimos conceber o retorno à escravidão. Trocaríamos assim, sem qualquer hesitação, o desconhecido pelo conhecido, mesmo que ruim e doloroso.
 Não queremos ver que há saída.
A sensação de não haver saída é produto da não aceitação de nossa condição. Esta relutância em aceitar a situação em que se está é um mimo natural vivenciado por qualquer ser vivo, pelo fato de a ordem do Amor nos aquecer, alimentar, iluminar e dar prazer. Diante da possibilidade de algo ruim, querer o bom é bastante natural; o único problema é que esta não é a realidade.
Não há opção, há o que é.
A aceitação disto é fundamental para se perceber que existe, sim, saída. Não haver saída é sinônimo de não aceitação.
Queremos algo bom e nos são apresentadas apenas opções de algo ruim.
É como se estivéssemos estabelecendo que "não haver saída" é a experiência imaginária em que gostaríamos de estar em outro "aqui e agora", que torna insuportavelmente pesado o compromisso com o nosso verdadeiro "aqui e agora". O segredo é: “Fica” Fica aqui, põe os pés no lugar onde realmente estás e haverá saída.
A saída não está em voltar à margem para contemplar a onda, mas na interação "gelada" com a onda.
O próprio intelecto reconhece nossa fraqueza e, enquanto tenta honrar nosso discernimento sobre a existência de uma possível saída, sentimos e sofremos pela truculência do sentimento de não haver saída.
Então, qual é a saída que existe quando "não há saída"? Esta é a sua fala e esta a sua obrigação.
Mas não queira dar a solução, não queira resolver algo de forma objetiva e concreta sem retornar ao nível do concreto e objetivo.
Descobrimos assim que a capacidade de entrega é o único caminho para que se abram os mares diante das posições encurraladas de nossas vidas. E a entrega não é um dom natural de um indivíduo.
A entrega não é resultante de um inconsciente animal que se impõe sobre a consciência, mas da interação complexa entre o nosso ser que experimenta as sensações (medo, dor, alegria), nosso ser que dá sentido e significado a estas experiências e nosso ser que regula o compromisso entre o significado e a experiência.
Este último, denominado alma, é o elemento de suprema sutileza da existência humana, que orquestra as impossibilidades ou as saídas de onde "não há saída". Qualquer dificuldade de comunicação entre estes elementos resulta em desespero.
Manter estes canais de comunicação funcionais e eficazes é um esforço que faz a diferença — abre mares que nunca antes se imaginou pudessem ser abertos e dá opções ao que até então estava encurralado.
Trata-se, na verdade, de uma experiência análoga à de pessoas com doenças muito graves, como o câncer. O tratamento destas doenças poderia ser considerado como o avanço gradativo ao nosso fim.
Sabemos que se permanecermos ingerindo os potentes e tóxicos remédios de que hoje dispomos para lidar com a doença estamos lentamente caminhando para a deterioração de nossos corpos, culminando em morte.
Se, no entanto, recusarmos a utilizar estes, que são os únicos medicamentos disponíveis, realizaremos, em certa medida, um suicídio. Novamente, o nosso drama está na ausência de certezas. Se os remédios não pudessem curar, de imediato seriam abandonados.
Porém, uma mínima porcentagem responde ao tratamento, e isto já é o suficiente para tornar a outra opção uma forma de suicídio?
Qual seria, então, a saída?  Devemos lembrar que a saída de uma situação que não tem saída não é da mesma ordem que as "saídas" ordinárias do dia-a-dia.
Nestas últimas, fazemos apenas um remanejamento de nossos recursos e poderes. Nas saídas onde não há saídas não dispomos dos recursos que desejamos para negociar nossos arbítrios.
Entretanto, dispomos da possibilidade de arbítrio.
Não podemos estar alegremente e despreocupadamente observado a beleza do azul da piscina lá embaixo, mas podemos permanecer ou ir de encontro a ela, pulando do trampolim. Não podemos estar fora da  quimioterapia, mas podemos nos manter nela ou enfrentar as consequências. Nesta escolha que, reconhecemos, deixa pouca margem, reside a vida. Sem ela estamos, por definição, mortos. Será?
A margem pode ser muito pequena, mas sua intensidade é exponencial. E, é claro, esta não é uma questão teórica e em algum momento teremos de nos decidir.
Quando sua decisão for tomada, quando já não mais houver alternativas envolvidas e for chegado o momento de proceder à escolha, de se entregar ao próprio destino... Ainda assim haverá escolha.
Na verdade, esta é a escolha que liberta ou desespera.
Sempre teremos a derradeira possibilidade de aceitar ou não aceitar o que nos acontece. O "temor aos céus" é a esperança de que haja um quinhão no mundo da Verdade que seja nosso, que nos diga respeito.
Por mais dolorosa que seja uma experiência, a aceitação reflete a percepção de que há um processo e de que não estamos sendo excluídos do mesmo.
"Ficar" — estar no lugar e no momento — é o passo inicial para "marchar". Ao marcharmos e darmos curso a um projeto ou a um processo, por incrível que possa nos parecer, se faz possíveis coisas que fora deste processo seriam uma impossibilidade.
Não se trata de um milagre e também não é a realização de nossas expectativas ou daquilo que gostaríamos que acontecesse, mas é o resultante de um processo maior do que simplesmente o nosso desejo.


Mesmo quando estamos na mais absoluta impotência, atirados sobre uma cama e submetidos a um balão de oxigênio, sempre podemos ser mestres do nosso momento, que estejamos aparentemente sem opções e poderes para barganharmos com a vida. 
Maria de Fátima Jacinto do Blog  http://araretamaumamulher.blogspot.com.br

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Campanha Outubro Rosa é destaque na fala da vereadora


Outubro Rosa é uma campanha de conscientização realizada por diversos entes no mês de outubro dirigida a sociedade e as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
Com destaque para este importante tema, a vereadora Angela Duarte (PRTB), abriu a sua fala durante a 17ª sessão na Câmara municipal de Paulínia no dia 1º de outubro.
A vereadora lembrou a importância da realização dos exames, e como profissional da saúde e mulher sente a obrigação de difundir sobre o assunto. Ela citou a grandeza do trabalho realizado pela AUPACC (Amigos Unidos Por Amor Contra o Câncer), não apenas de ajuda com remédios, perucas, cadeiras de rodas, que são muito importantes,mas sim de elevar a autoestima das pessoas e das famílias que convivem com este problema.
Angela Duarte lembrou que o dia 1º de outubro é comemorado o Dia do Idoso, reforçou a fala do vereador que a antecedeu dizendo que não seria necessário ter lei para garantir o respeito ao idoso, mas que infelizmente precisamos dela. "Um dia todos chegaremos lá", frisou a vereadora.
Na pauta da sessão a vereadora sugeriu ao Executivo a implantação de um serviço integrado de atendimento à pessoa autista, haja vista que o autismo era considerado uma condição rara, que atingia quatro indivíduos para cada 10 mil vivos. Hoje a pesquisa mais recente fala em um para cada 92.
Angela Duarte apresentou um Projeto de Decreto Legislativo, oferecendo o Título de Cidadão Paulinense ao escritor, Raimundo Lonato de Lima Batista, cidadão este que há 38 anos, adotou Paulínia como cidade para viver e aqui se inspirar e lançar seus quase 20 livros, incluindo o livro-reportagem "Janelas da Memória", que conta a história da escola supletivo, uma das escolas mais queridas de Paulínia.

Questionamentos

Sempre marcada por muitos questionamentos levantados pelos vereadores, a 17ª sessão não foi diferente.
A vereadora Angela Duarte (PRTB) questionou o líder de governo sobre a substituição de alguns alimentos nas creches por lanches, e citou que foi até o DAN para saber o que ocorreu, e obteve como resposta que é indicação do MEC. A vereadora disse desconhecer esse tipo de indicação. Angela também fez um Requerimento pedindo ao executivo explicações sobre a falta de frutas nas escolas, e perguntou como foram contratados os artistas que estiveram presentes na Audiência Pública do Plano PluriAnual  (PPA), e que "para contratação de artistas tem dinheiro, agora para comprar frutas para as crianças não tem", disparou a vereadora.
Ela questionou sobre o aumento do orçamento da Cultura  justamente no momento em que é interrompido o curso de dança, "como se explica isso"? Ressaltou a vereadora.
Outro Requerimento feito ao Executivo foi explicações para a falta de frasco para exames laboratoriais na rede municipal.
A contratação de Camila Santos Siqueira para a Assessoria Especial de Moura Junior (PMDB) também foi motivo de questionamento:  “Esta moça responde a processo por deixar o restaurante do rodoshopping, um patrimônio público, todo depredado. Como pode ter sido nomeada com um salário de 8.904,00 por mês?”, e completou: "Como podemos deixar nossas crianças sem lanches, frutas  e os funcionários do Caco e AIJ sem pagamento, e dar cargo para uma pessoa desta?" Argumentou a vereadora.
E para finalizar Angela Duarte (PRTB), convocou o presidente da Pauli- Previ, Sr. Mario Lacerda, para prestar esclarecimentos sobre a Instituição, já que foi convidado várias vezes e não compareceu para dar explicações para a Câmara Municipal. 

(Assessoria de Imprensa da vereadora Angela Duarte)


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Violência doméstica - Até que ponto se pode mudar verdadeiramente uma vida?

O valor que nos damos é como o dinheiro que tiramos de uma conta em um banco, se nos valorizamos bastante realmente temos algo para dar aos outros. Mas se não nos valorizamos não temos nada para oferecer ao outro. Mas ai você me pergunta, mas o que tenho para valorizar em minha pessoa?

Às vezes olhamos para nós mesmos e nos perguntamos: O que outra pessoa amaria em mim? A única resposta duradoura é: A mim mesmo. Porque a nossa lista de realizações é finita. Nossas boas ações terminam em algum lugar. O que a nossa sociedade aprova costuma ser ultrapassado em nossas mentes por maculas mantidas fora do olhar do outro.

O amor que temos em nossa vida só pode ser valioso quando nós o percebemos como tal, e a chave para essa percepção são as nossas crenças.

Vivi muitos anos tentando ser como minha mãe e todas as mulheres de minha família, ou seja, meu lema era: “Não pense em si mesma, faça o seu marido e filhos felizes. Se seu amor for suficientemente altruísta, as coisas vão cuidar delas  mesmas. (Mas eu havia me casado com um psicopata, que não tem a menor condição de ver o outro. Então meu lema falhou, nada que eu fizesse, fez o meu ex-marido me enxergar ou ver o quanto eu era boazinha, o quanto eu me sacrificava, isso só fez com que ele se achasse mais poderoso e me humilhasse e mau- tratasse mais e mais..........).

Porque com essa visão desisti por anos a fio da única pessoa que realmente importa para mim, ou seja, descobri que eu havia desistido de mim.

Um dia depois de centenas de livros de autoajuda, de uma verdadeira peregrinação para encontrar a religião certa para mim, eu me olhei no espelho, (coisa que raramente fazia), e me perguntei: Quem vai me socorrer? Porque ninguém tem nada a me oferecer? Porque tenho que ficar sempre com o pior? Porque nunca sou a pessoa especial que tanto quero ser? Por quê? Por quê? E por quê?

A resposta foi assustadora e tremenda, porque você não se ama, e não se respeita.

Então eu resolvi aprender a me amar, e a me respeitar. Decidi que essa seria a minha prioridade. 

Porque todos nós quando pisamos no caminho para o amor é devido à necessidade que sentimos de sermos aceitos. Mas num certo ponto essa necessidade pode ser destrutiva, porque nasce do medo e da carência.

Ai nós ficamos deprimidos com esse fracasso. O que temos que aprender é que ao invés de ficarmos deprimidos precisamos perceber que todo o trabalho é feito por nós e para nós. Ninguém "lá fora" pode assumir a responsabilidade. Temos buracos a fechar, é por isso estamos aqui.

E ao invés de dizermos: Eu nunca vou conseguir... De um jeito ou de outro, nem adianta tentar... Isso não vai funcionar... Eu nunca tenho sorte... A culpa é toda minha... Estou decepcionando todo mundo com esse meu problema... Outras talvez consigam, mas eu não, não tenho forças suficientes, coragem, vontade.

A violência doméstica é frequentemente associada ás ideias negativas, pessimistas, de menosprezo para conosco e com os outros. Tais ideias adquirem uma feição tão automática que nós nem percebemos mais em que medida elas representam a expressão da nossa experiência ou uma verdade objetiva.

Sabemos que o simples fato de ficarmos nos repetindo tais frases já alimenta uma depressão muito forte.

Não se trata aqui de entrarmos em uma guerra contra nossos sentimentos de impotência, mas sim de uma verdadeira mudança de atitude. Mas até que ponto se pode mudar verdadeiramente uma vida?  Reaproximar-nos  tanto quanto possível de nossos valores mais profundos.

Que tal nos perguntar verdadeiramente: Quem sou eu de verdade? E Em que direção eu tenho vontade de ir?

São perguntas cruciais para mudarmos o rumo de nossa historia...

Para nos reorientar nosso caminho de vida e nossos objetivos, elas não nos deixam perdermos o foco nem nos piores momentos... Hoje eu me concentro inteiramente na construção de um Eu poderoso...  

Quanto mais perdemos  o medo das respostas mais nos sentimos ligados aos nossos objetivos primordiais, e mais liberados estamos dos efeitos permanentes que toda a violência que sofremos deixou entranhada em nossa vida...

Uma pessoa que procura seguir as regras quer ser aceita, quer ser reconhecida e amada, quer antes de tudo agradar a todo mundo. E uma pessoa assim não consegue se sentir a vontade com seu lugar no mundo, sem a necessidade de ter que ser boazinha, de ter que agradar a qualquer pessoa que não seja ela mesma em primeiro lugar.

O verdadeiro prazer em fazermos nossas escolhas e mesmo em dizer não que tanto nos aterroriza, que nos agonia é o peso que tiramos dos nossos ombros por não mais nos sentirmos obrigadas a viver uma vida que não desejamos.

Não sinto culpa de que minhas escolhas não satisfazem as expectativas dos outros, são minhas escolhas, elas devem antes de qualquer coisa satisfazerem as minhas expectativas.

Quando aprendemos a não evitar os problemas, mas a enfrenta-los de frente começamos a nos sentir forte o suficiente para encara-los a todos eles. E quando temos a humildade de saber e aceitar que ainda tem muita coisa em nossa vida que não conseguimos encarar nesse momento e por isso vai ter que esperar. Começamos a trilhar o caminho da transformação.
Maria de Fátima Jacinto